A primeira instância de formação. Onde a criança aprende limite antes de aprender na rua.
Lugar de aprender matemática, português e história. Não de disputa ideológica sobre a cabeça do aluno.
A rede que sustenta a família quando ela fraqueja, e que alcança o jovem que já foi cooptado.
Ninguém nasce dentro de uma facção
A militância de Assis em segurança pública começa antes da pena. Ele trabalha com um diagnóstico simples: o jovem que o crime recruta quase sempre chegou ali depois que três coisas falharam ao mesmo tempo — a família, a escola e a igreja.
Quando esse tripé está de pé, o menino de dez anos tem alguém esperando ele em casa, alguém cobrando presença na aula e alguém que percebe quando ele muda de roupa, de tênis e de companhia. Quando o tripé cai, quem chega primeiro é a facção — e ela chega oferecendo pertencimento, dinheiro e uma função. É assim que criança de oito, dez anos termina servindo de olheiro para o tráfico.
Por isso ele trata prevenção e punição como duas metades da mesma política, não como escolha entre uma e outra. Certeza da pena para quem já cometeu o crime. Família, escola e igreja de pé para que menos gente chegue lá.
Liberdade de púlpito
Acompanhar e se posicionar contra projetos que criem risco de punição para o líder religioso que pregue seu próprio texto sagrado.
Escola sem militância
Defender que o currículo priorize formação acadêmica e que a família seja informada e ouvida sobre o conteúdo que chega ao filho.
Apologia ao crime nas redes
Classificação etária rigorosa para conteúdo que glorifica o tráfico, e investigação do uso de influenciadores para lavar dinheiro do crime.
Reinserção pela igreja
Reconhecer o trabalho que igrejas já fazem com dependentes e egressos, e defender que ele seja apoiado em vez de sufocado por burocracia.
O púlpito não é palanque, e também não é tribunal
A Constituição garante liberdade de crença a todo brasileiro, e isso vale igualmente para quem crê, para quem crê diferente e para quem não crê. Assis não propõe privilégio para a igreja dele. O que ele acompanha com atenção é outra coisa: a possibilidade de um líder religioso responder criminalmente pelo que pregou do púlpito, a partir de seu próprio texto sagrado.
Que o pastor, o padre e qualquer líder religioso possam pregar seu texto sem medo de processo pelo conteúdo da doutrina.
Que a igreja seja tratada como parceira em assistência social, dependência química e reinserção, porque já faz esse trabalho há décadas.
Que a família tenha voz sobre o que é ensinado ao filho na escola pública.
Religião oficial de Estado, nem lei que valha diferente para quem tem outra fé ou nenhuma.
Restrição ao culto de qualquer religião. Liberdade que só serve para um lado não é liberdade.
Uso do púlpito como palanque eleitoral. A candidatura é dele, não da igreja.
Tem dúvida sobre alguma dessas posições, ou discorda de alguma? Traga no grupo. É melhor conversar do que decidir pelo que se ouve falar.
Perguntar no grupo“O único condenado ao sofrimento eterno no processo penal é a vítima e seus familiares.”
Assis passou a carreira no Corpo de Bombeiros Militar chegando depois do pior. É de ali que vem a insistência dele em falar da vítima, e não do infrator, quando o assunto é pena.
O que costumam perguntar
Capitão Assis é evangélico?
Sim, evangélico presbiteriano, e frequenta a igreja com a família. É capitão do Corpo de Bombeiros Militar e candidato a deputado federal pelo Espírito Santo, pelo Republicanos, com o número 1012.
Ele é pastor ou tem cargo na igreja?
Não. É membro leigo. A candidatura é dele, não da igreja: nenhuma denominação está representada oficialmente por esta campanha.
Ele defende a liberdade religiosa de todas as religiões?
Sim. A liberdade de crença é garantida pela Constituição a todo brasileiro, e vale igualmente para quem crê, para quem crê diferente e para quem não crê. A preocupação específica dele é com propostas que criem risco de punição para o líder religioso pelo conteúdo da própria doutrina.
Ele quer legislar com base na Bíblia?
Não. A lei brasileira se aplica igualmente a todos, independentemente de religião. A fé dele orienta a conduta pessoal e a noção de responsabilidade que ele leva ao trabalho; o mandato responde à Constituição e ao eleitor.
O que a fé tem a ver com a pauta de segurança pública?
Ele trabalha com um tripé de formação do jovem: família, escola e igreja. Quando os três se fragilizam ao mesmo tempo, o crime organizado encontra espaço para recrutar, inclusive criança. Por isso trata prevenção e certeza da pena como partes da mesma política, não como alternativas.
Caminhe junto nesta campanha
O grupo de evangélicos com o Capitão Assis é onde chegam primeiro a agenda dele, os materiais para compartilhar na igreja e a resposta direta às dúvidas. Entre, se apresente e traga um irmão.
Republicanos · ES